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terça-feira, 26 de junho de 2012

OBEDES LOBADIAS                              Obedeslobadias@gmail.com

Um leão faminto é capaz de morder a sua própria carne

Passe a expressão, mas a minha abordagem é certamente para avaliar o nível de racionalidade, imaculabilidade ou incorruptibilidade da gente humana.
Primeiramente, tenho de dizer que nós os humanos somos complicados como nós mesmos. Se digo um “leão faminto é capaz de morder a sua própria carne” é para cumprir com o meu dever de ser realista e é neste contexto. Ora vejamos, por motivos alheios ou problemas que nos apoquentam, somos capazes de arriscar a nossa própria vida mesmo conhecendo a dor das consequências. O excelentíssimo pai da nação moçambicana Samora Machel, bem dizia “um corrupto é capaz de trair a nação para o seu próprio benefício e para o bem do seu lar”. Fugindo um pouco do assunto, Samora era um político responsável e fiel à lei e honrava com a justiça rumo ao desenvolvimento de Moçambique.  
Mas, segundo as histórias que a minha pobre e falecida avó me contava e que até hoje  me lembro, Samora sempre aconselhou o seu estimado e maravilhoso povo a não se deixar levar com a política dos libertadores e nem a acreditar nos políticos vindouros. É bom recordar mas, deixa voltar ao meu assunto. Dizia eu que nos dias que correm, é normal um “Zé Ninguém” decidir sair da sua própria casa até à rua com os bolsos recheados de “mola” com uma fome daquelas de leão sabendo que com o dinheiro em sua posse pode bem fazer uma refeição completa para satisfazer a sua fome e o seu estômago. Além de dar um proveito no seu dinheiro, pois existe muita gente rica em pobreza e pobre em dinheiro que carece deste, ele vai com imenso gosto limitar-se em comprar aquele nosso lanche típico da escola Secundaria Geral 25 de Setembro, as “famosas transas” com um significado oposto ao do dicionário, aliàs, existem também os “famosos bolos”deliciosos  empoeirados e com o pousar das moscas para matar a fome ou por outra, no momento da aflição todos somos capazes de arriscar a nossa própria vida até a dos outros. E nós que vendemos não nos importa a saúde nem a higiene dos outros, quer dizer, dos nossos clientes só nos basta encher os bolsos de dinheiro e curtirmos a vida a nossa maneira.
Por atenção, reparem nas proximidades do mercado Brandão, vê-se um bando de jovens taxistas em enormes fileiras para matar a fome com os bolos, as transas, e as típicas badjias. Alerta vermelho: vamos cuidar da nossa saúde, pois o mundo só pode viver em paz se houver cuidados de saúde. É preciso sermos nós a começarmos com esta mudança, portanto, a lição deste mês termina por aqui, apenas espero que com esta abordagem eu tenha conseguido convencer-vos que é preciso limitar e controlar as nossas próprias acções. É neste contexto em que nos atingimos a irracionalidade. Portanto sejamos jovens imaculados e incorruptíveis. A nossa saúde depende das nossas acções.

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